É tudo um esgotamento psicológico!
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É tudo um esgotamento psicológico!
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Merda, merda, merda, merda, é um saber sem querer ler, é um poder sem ter, são contradições atrás de imperfeições, é tudo ao mesmo tempo, é tudo verdadeiro, confuso e ao mesmo tempo derradeiro. Sou o que sou, mas porquê? Por ter vontade, por… por nem me saber interpretar ou mesmo entender quem sou, sabendo apenas o meu nome e mal, sentado num banco a ler o meu jornal… Quero companhia na minha real fantasia, escreve-me isto, imprime-me e passa a real. Desejava… desejava tanto ou mais como tu, sem saber quem sou, e num futuro poder saber quem fui. Sky, fly, lol, estas a brincar comigo? Escrevo português, não portinglês. Concretizo, realizo à minha maneira, ao saber de um sábio, escrevendo complicado que nem um ambulário. Sou o que não entendes, sou o que nunca encontras-te, sou a promessa do desastre, a profecia do contraste, com sentimento profundo e arredondado, espetando-me num sorriso abafado! Amigos, tenho 1, 2 ou mesmo 3, fora esses à meros conhecidos, à meros interesseiros, à meros infiéis… Dou-lhe na escrita com uma mente louca, perversa, estupidificada, mas criativa. Relembra que, estando sozinho, estando acompanhado serei sempre eu em qualquer situação.
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É difícil controlar algo tão ousado, tão complicado, mesmo esse sabendo que não existe. Levo-me por um vento quente, aproximando-me da fronteira mas distante, longínqua que poderia encontrar, reinando por onde passo, satisfazendo todos aqueles desejos imaginários desde criança, desde infância. Quando me vens buscar? Quando me levas, e não me das documento disso? Não me das certezas, só me fazes duvidar e contar cada passo que dou, cada segundo, cada minuto, cada hora, cada dia, cada semana, cada mês, cada ano, passo por ti milhentas vezes ao ano, assusto-me contigo, não contava encontrar-te tantas vezes por dia, não contava que isto fosse assim! Afinal é e tu existes, já tens derrubado muita gente, gente essa que agora não consta na lista, gente essa que já deixou a sua vida em Terra, vida essa que já se despediu… Sim, és tu, MORTE, tema ousado, arrepiante e duro de explicar, só tu sabes o que és!
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Primeiro suspiro, último sopro, já estive no fim voltando rapidamente, vendo-me aflito com o meu folgo, ver-me negro para voltar, aclarando as ideias com calma e vindo ao de cima dificilmente. É sentido, é único, é inexplicável, é perdas, atrás de problemas, problemas atrás de confusões, confusões atrás de falatórios. Sou o que sou, não graças a quem pensais, mas sim graças a quem nos faz… Continuo sóbrio, asmático, mero conhecido passado por Sr. Antipático, sou a sombra da tua alma, sou a perseguição do teu desejo, sou a vontade da tua concretização, sou o que sou com acento no A, e um ser grande com um grande H.
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Radiante com um temporal vindo de leste, deixando-me despenteado, deixando-me desorientado, deixando-me sem conclusões para problemas quebráveis. Sinto-me isolado de mim mesmo, penetro através do invisível, quebro barreiras de aço, uso o sacrifício respeitando a vontade. Poder e determinação, algum sinónimo em contradição? Deixando-me pálido, ousado, mentindo a meu redor… Vejo o que é ser alguém, aprendendo com erros que talvez possam vir a causar problemas mais tarde. Sê alguém com dignidade, respeito e futuro… Não me vendo a preço nenhum, pois não tenho valor ou significado qualquer, algo mais pequeno poderá valer mais do que o imaginável. Sente-se quando nos magoam com palavras apedrejáveis, mas luta-se até ao fim, sabendo o que se quer mesmo.
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Não posso parar de viver, de escrever, de subescrever, de rever o que fiz num passado longínquo.
É relativo… é condicional a vontade de espirrar, é intolerável a vontade de tossir, é inesquecível o dia em que nos tornamos num ser, é um 8 no meio do dicionário, é tudo uma contradição, é tudo uma fachada, é tudo fantasia criada por uma mente perversa e sensata. É redigir algo sem saber por onde começar, por um ponto final onde talvez era uma vírgula, por um ponto de interrogação onde talvez era um ponto de exclamação. Dá vontade de rir, dá vontade de afogar seja o que for num copo de vinho e esquecer os problemas que se vive no quotidiano. Dia-após-dia, é o crescimento de um ser desesperado, desrespeitado, ingénuo, anti-social…
Sei lá o que escrevo, sei lá o que sou… sou apenas, uma “coisa” com vida, com um batimento forte e talvez…? Apaixonado, relatando coisas sem nexo, mas com vontade de combater. Sei que por mais que combates com a tua alma ou pensar quem será que escreveu isto, não chegarás lá, pois sou eu, RESERVADO demais para te mostrar meus valores!