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Merda, merda, merda, merda, é um saber sem querer ler, é um poder sem ter, são contradições atrás de imperfeições, é tudo ao mesmo tempo, é tudo verdadeiro, confuso e ao mesmo tempo derradeiro. Sou o que sou, mas porquê? Por ter vontade, por… por nem me saber interpretar ou mesmo entender quem sou, sabendo apenas o meu nome e mal, sentado num banco a ler o meu jornal… Quero companhia na minha real fantasia, escreve-me isto, imprime-me e passa a real. Desejava… desejava tanto ou mais como tu, sem saber quem sou, e num futuro poder saber quem fui. Sky, fly, lol, estas a brincar comigo? Escrevo português, não portinglês. Concretizo, realizo à minha maneira, ao saber de um sábio, escrevendo complicado que nem um ambulário. Sou o que não entendes, sou o que nunca encontras-te, sou a promessa do desastre, a profecia do contraste, com sentimento profundo e arredondado, espetando-me num sorriso abafado! Amigos, tenho 1, 2 ou mesmo 3, fora esses à meros conhecidos, à meros interesseiros, à meros infiéis… Dou-lhe na escrita com uma mente louca, perversa, estupidificada, mas criativa. Relembra que, estando sozinho, estando acompanhado serei sempre eu em qualquer situação.